segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Não, eu não morri!


Sim, eu sei que já faz, hãm... quase dois meses que eu não posto absolutamente nada aqui. Eu juro que queria ter feito um post explicando a minha ausência antes, mas ou eu estava com preguiça demais ou me esquecia completamente disso por dias.

O negócio é que, não, eu não parei de postar por falta de tempo ou coisa do tipo, como são as minhas costumeiras desculpas. Eu parei de postar porque sim. Apesar de este ter sido um ano relativamente parado para mim, serviu para eu reavaliar um monte de escolhas e mudar pontos de vista sobre a minha vida. Acabei me afastando aqui do blog e também até do meu Twitter, que sempre foi um dos meus vícios. Fiquei sem comentar em blogs que visitava sempre, responder a comentários aqui do Danificável, e até meus livros ficaram sem ser tocados por semanas.

MAS ANTES QUE VOCÊS PENSEM QUE EU FUI CONVERTIDA POR UMA DAQUELAS SEITAS RELIGIOSAS MALUCAS, não se preocupem, eu continuo a mesma pessoa imbecil de sempre ou talvez um pouco pior.

Este post é apenas para comunicar que, não, eu não abandonei o blog. Porém ainda ficarei em off por um tempo. Espero voltar ao ritmo normal lá por meados de fevereiro/março... e... é. É isso. Acho que desaprendi a escrever posts.

De qualquer forma, tenham um Feliz Natal e Feliz Ano Novo!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

"O Nome do Vento", de Patrick Rothfuss

Título: O Nome do Vento (A Crônica do Matador do Rei: Primeiro Dia)
Editora: Arqueiro
Ano: 2009 (versão original: 2007)
Páginas: 656
Autor: Patrick Rothfuss
Título original: The Name of the Wind (The Kingkiller Chronicle: Day One)
Tradução: Vera Ribeiro

Ninguém sabe ao certo quem é o herói ou o vilão desse fascinante universo criado por Patrick Rothfuss. Na realidade, essas duas figuras se concentram em Kote, um homem enigmático que se esconde sob a identidade de proprietário da hospedaria Marco do Percurso.
Da infância numa trupe de artistas itinerantes, passando pelos anos vividos numa cidade hostil e pelo esforço para ingressar na escola de magia, O nome do vento acompanha a trajetória de Kote e as duas forças que movem sua vida: o desejo de aprender o mistério por trás da arte de nomear as coisas e a necessidade de reunir informações sobre o Chandriano - os lendários demônios que assassinaram sua família no passado.
Quando esses seres do mal reaparecem na cidade, um cronista suspeita de que o misterioso Kote seja o personagem principal de diversas histórias que rondam a região e decide aproximar-se dele para descobrir a verdade.
Pouco a pouco, a história de Kote vai sendo revelada, assim como sua multifacetada personalidade - notório mago, esmerado ladrão, amante viril, herói salvador, músico magistral, assassino infame.
Nesta provocante narrativa, o leitor é transportado para um mundo fantástico, repleto de mitos e seres fabulosos, heróis e vilões, ladrões e trovadores, amor e ódio, paixão e vingança.
Este era mais um daqueles livros sobre o qual eu ouvira falar bem milhões de vezes, mas nunca de fato fui atrás. Provavelmente porque eu nunca soube direito sobre o que se tratava a história, mas acho que é pra ser assim mesmo. O Nome do Vento é o primeiro livro da trilogia A Crônica do Matador do Rei, que conta a história de Kvothe, um homem cuja vida é permeada por relatos de proezas e mistérios.

Esse também é um daqueles livros que, quando você lê, fica se perguntando por que diabos não leu antes. Patrick Rothfuss passou 7 anos escrevendo o primeiro livro, e é possível ver o resultado desse longo trabalho na minuciosa construção do universo fantástico em que se passa a trilogia — desde o sistema monetário até religião e aspectos culturais. E, em suas mais de 600 páginas, dificilmente a história fica lenta. Patrick Rothfuss tem tal talento como contador de histórias que consegue fazer um livro que conta a história de um homem que está contando sua história e — dentro dessa história ainda ouve outras histórias — ficar interessante. (Particularmente, eu adorei saber sobre a história da religião do livro, mesmo que só falte ela gritar “CRISTIANISMO” na fuça do leitor.)

Este primeiro livro, o “Primeiro Dia” de Kvothe narrando sua história, conta sobre sua infância até ele ter uns 15 anos. Kvothe é aquele tipo de personagem que se fode tanto na vida que chega a te deixar agoniado. Ao mesmo tempo, ele foi um dos problemas que me fez gostar do livro e não amá-lo. Por quê? Porque Kvothe é um dos maiores Gary Stu que eu já vi na vida. Ele é super inteligente, um músico extraordinário, com enorme talento para magia, e é super sedutor com as mulheres, mesmo que tenha zero experiência com elas. Ah, e a descrição física dele: cabelos vermelhos como fogo, e olhos do mais profundo verde, que chegam ao cúmulo de um dos clichês mais sofríveis que existem: mudar de cor.

Surpreendentemente, eu não odiei o Kvothe. Sim, mesmo ele sendo um Gary Stu que se acha o bonzão. Talvez pelo quanto já se fodeu na vida, o que me fez simpatizar com ele. Mas ainda assim eu não tinha como não revirar os olhos quando era obrigada a ouvir sobre o verde maravilhoso dos olhos dele. Ou como, mesmo com todas essas coisas fodidas na vida do Kvothe, alguma situação improvável sempre acabava salvando o rabo dele na última hora.

Meu único outro problema com o livro foram os personagens secundários, que podiam ser mais bem explorados — principalmente as personagens femininas, que me pareceram rasas e girando em torno do Kvothe. Meus preferidos foram o Elodin, a fofa da Auri e o Sovoy (mesmo que este tenha quase nada de destaque no livro). Gostei de como o autor abordou o Ambrose; pois o Ambrose é aquele típico filho-da-mãe que você tem vontade de socar a cara. E as cenas de tensão sexual entre ele e o Kvothe eram sempre ótimas.

Se eu recomendo O Nome do Vento? Recomendo. Esse é um dos raros casos em que eu, ávida por personagens bem desenvolvidos, prefiro uma história por causa do enredo do que dos seus personagens. Não estou assim tão louca atrás de O Temor do Sábio, o segundo livro da trilogia (talvez por não haver nenhum cliffhanger ao final deste primeiro), mas vou lê-lo com certeza.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Dicas de escrita: Como NÃO começar sua história

Eu sei que eu não sou a única que, quando pega alguma coisa pra ler, decide baseando-se nas primeiras linhas de texto se vai continuar a ler ou não. Se você quer escrever uma história e publicá-la, deve ter em mente que as primeiras páginas são fundamentais para conquistar o seu leitor na hora em que ele pegar seu livro numa livraria e decidir se irá comprá-lo ou não. Mesmo antes da publicação. As editoras recebem trocentos manuscritos, e se elas não se interessarem pelo que você tem a oferecer logo no começo, não irão perder tempo indo mais a fundo, mesmo que o resto do seu livro seja uma obra-prima.

Então o que não fazer nas primeiras linhas do tão temido “Capítulo Um”? 

1. Falar do clima
Você tem todo o direito de descrever o clima para dar o ar necessário à cena, mas não faça isso logo na primeira frase. Ninguém está interessado em começar um livro com “Era um dia agradável de céu azul na terra dos pôneis mágicos. Flores desabrochavam pelas campinas verdejantes e pássaros enchiam o ar com sua suave melodia” ou coisa do tipo.

2. Muitos personagens em uma cena
Seu leitor ficará confuso. Ele acabou de entrar na história e ainda está perdido nesse universo, então não pode ser apresentado a um mundaréu de gente assim tão cedo. O ideal é limitar o começo a no máximo dois personagens importantes.

3. Personagem acordando
Casos que são vistos em 985235813685 livros/filmes/séries/mangás/whatever: a) personagem acordando de um sonho — normalmente pesadelo, e normalmente envolvendo seu passado oh-tão-trágico; b) acordando com o despertador e odiando a vida; e c) acordando atrasado para trabalho/escola/compromisso importante. Simplesmente não faça isso. É um clichê nível 2000 ultra platinum e o mundo já cansou dele. 

4. Explicações
Isso acontece bastante principalmente em histórias que se passam em universos alternativos. Você pega o livro, começa a ler e, em vez de cair de cabeça no enredo, tem uma aula de história sobre o universo fictício, as raças que o habitam, a tecnologia do lugar, as leis da magia e um monte de outra coisa que não só é entediante pra burro como também você vai esquecer dentro de poucas páginas.
Essas explicações sobre o funcionamento do mundo que você criou devem vir diluídas ao longo da história.

5. Passado dos personagens
Vale mais ou menos como o item anterior. Não só é chato para o leitor porque ele quer saber o que está acontecendo agora, como também ele ainda não criou laços suficientes com o personagem para ficar triste com o passado trágico dele. Flashbacks e histórias passadas têm muito mais impacto quando o leitor já conhece o personagem e se afeiçoou a ele.

Num geral, não comece com...

6. ...cenas paradas
Se seu leitor não ficar minimamente empolgado com o que está acontecendo, ele não terá vontade de ler seu livro. Simples assim. Ele não está dando a mínima para o seu personagem escovando os dentes ou lavando a roupa.

O que fazer, então?

Particularmente, eu gosto quando você começa o livro já se jogando em uma cena de ação. E, não, não precisa ser ação do tipo carros-explodindo-e-tiros. Pode ser desde uma cena de perseguição até uma discussão entre duas pessoas. Pode ser uma cena de tensão ou uma conversa entre amigos. Ela apenas tem que ser capaz de atiçar sua curiosidade para o que está acontecendo.

Mesmo assim, é c
laro que nem toda regra é absoluta. Muitos autores conseguem começar com sucesso um livro narrando o background de um personagem, por exemplo, mas é aí que vem o talento. E a diferença entre um escritor e um grande escritor é que justamente o grande escritor consegue quebrar regras ao seu favor.

De um jeito ou de outro, uma primeira frase de impacto certamente deixará o seu leitor com vontade de ler mais.


“It is a truth universally acknowledged, that a single man in possession of a good fortune, must be in want of a wife.”
— Jane Austen, Pride and Prejudice

“If you really want to hear about it, the first thing you'll probably want to know is where I was born, and what my lousy childhood was like, and how my parents were occupied and all before they had me, and all that David Copperfield kind of crap, but I don't feel like going into it, if you want to know the truth.”
— J. D. Salinger, The Catcher in the Rye

“There was a boy called Eustace Clarence Scrubb, and he almost deserved it.”
— C. S. Lewis, The Voyage of the Dawn Treader

“He was an old man who fished alone in a skiff in the Gulf Stream and he had gone eighty-four days now without taking a fish.”
— Ernest Hemingway, The Old Man and the Sea
 
(Sim, em inglês porque eu estou com preguiça de procurar versões traduzidas ou traduzir eu mesma.)

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

"Green Lantern: The Animated Series"


Eu sei que cara você tá fazendo. “Lanterna Verde?” Pois pode ir parando.

Se serve de consolo, a primeira vez que ouvi falar de Green Lantern: The Animated Series, eu também torci o nariz. Primeiro porque “Lanterna Verde?”, e segundo porque “CGI?”. Fiquei ignorando, mesmo que várias pessoas “de respeito” que eu sigo no Tumblr postassem sobre GLTAS constantemente. Até que um dia eu dei o braço a torcer e olha que nem foi tanto por causa da série em si, mas sim porque aquele mesmo pessoal do Tumblr vivia tendo espasmos por causa de um OTP. E como colecionar OTPs é comigo mesmo, lá fui eu atrás da série. Eram só 13 episódios. Já era de madrugada e eu deveria ir dormir, mas, ah, eu ia assistir a só alguns minutinhos e deixava o resto para a manhã seguinte. Eu provavelmente nem ia gostar mesmo, afinal nunca fui grande fã do Lanterna Verde e muito menos de CGI.

Acabei vendo o primeiro episódio inteiro, emendei no segundo e, quando tentava convencer a mim mesma de que conseguiria assistir a mais um episódio de quase meia hora em apenas 10 minutos, percebi que já eram umas três da manhã e que PORRA, EU DEVERIA IR DORMIR.

Enfim, deu para entender que GLTAS superou minhas expectativas, para uma série a qual eu não dava nada.

Deixemos claro que eu nunca li nenhuma HQ do Lanterna Verde, então eu não sabia nada a respeito desse universo, além do fato de que ele tinha um anel todo fodão. Na verdade, meus únicos conhecimentos a respeito do assunto provinham da Liga da Justiça; tanto que eu achava que o LV era um herói único, como o Batman ou o Super-Homem, e não que era um cara que fazia parte de uma corporação. Não só isso, como também fiquei super chocada quando descobri que o Lanterna Verde do filme live-action de 2011 seria interpretado pelo Ryan Reynolds, sendo que COMO ASSIM, NA LIGA DA JUSTIÇA ELE É NEGRO! WHITE WASHING!!!!111!!

Pois é. A título de informação, portanto:
LV negro = John Stewart
LV do Ryan Reynolds = Hal Jordan

Enfim, não vi o filme e pelo que ouço dizer ele nem é bom, então nos foquemos em GLTAS. A primeira temporada é constituída por 26 episódios divididos em dois arcos de 13 episódios cada, dos quais os 13 primeiros já foram ao ar. Green Lantern: The Animated Series é um desenho animado da DC Comics que acompanha as aventuras de Hal Jordan e seu companheiro Kilowog lutando contra os Lanternas Vermelhas liderados pelo vilão Atrocitus.


Ok, agora você já se situou. Então o que tem de legal nessa série, afinal?

Comecemos pelo CGI. Como eu já disse, não sou muito fã de GCI. Ainda mais em séries de TV, em que a qualidade é bem inferior a filmes como da Pixar e da Dreamworks, por questões de tempo e principalmente verba. Mas o CGI de GLTAS é simples de um jeito clean e de qualidade. Tanto que eu logo me acostumei com o estilo diferente de animação e parei de fazer cara feia para ele.

Em cima: Razer, Hal Jordan, Kilowog. Em baixo: diva Aya
Em segundo lugar, a escrita. WHOA. Eu comecei a assistir à série na mesma época em que os episódios da primeira temporada de The Legend of Korra estavam saindo, e vocês sabem o tamanho da decepção que eu tive com essa série. (O que é irônico, considerando o quão alto as minhas expectativas para ela estavam, e o quão inexistentes as de GLTAS estavam.) Enquanto LOK teve uma escrita horrível dolorosa saia deste corpo que não te pertence inconsistente, GLTAS consegue fazer episódios redondinhos, que fecham direito com o final do arco, aliados a bom desenvolvimento dos personagens. E isso considerando que o Hal Jordan e o Kilowog nem podem fugir muito do canon das HQs.

BUT WAIT! Não são só os personagens das HQs que fazem parte da série. GLTAS também tem seus próprios personagens originais: meus lindos divos perfeitos AHSIOUDYGASIDG Razer e Aya! (Também conhecidos como Zuko Sad Angry Zebra Bunny & A Inteligência Artificial da Nave.) E tudo o que o LOK conseguiu errar em sua série, GLTAS acertou. TANTO QUE POSSUI UM ROMANCE TOTALMENTE CRÍVEL ENTRE UM ALIENÍGENA RAIVOSO E UMA I.A. WHOA COM LICENÇA

E o legal de o Razer e a Aya serem personagens originais da série é que eles têm liberdade muito maior de desenvolvimento que o Hal Jordan e o Kilowog. Só nesses 13 primeiros episódios eles já sofreram uma evolução tremenda, e tudo muito bem conduzido pelo enredo. (Você acha que essa série não te dá feels? Ha ha. Haha. HAHAHAHA.)

#SEXUAL TENSION

Ah, e vale mencionar que um dos produtores da série é o Giancarlo Volpe, diretor premiado de alguns episódios de Avatar: The Last Airbender, e uma pessoa muito awesome. Ele fica bem próximo dos fãs através de seu Tumblr ou Twitter. O Giancarlo é tão awesome que uma vez eu tweetei sobre estar chocada em descobrir que a Grey DeLisle, dubladora da Azula e da Kya em Avatar, também dubla a Aya — sem mentions, hashtags ou o que fosse. E ele me tweetou de volta, falando em português (tendo que se dar ao trabalho de traduzir pelo Google!) que estava esperando as pessoas notarem isso. Aí, é claro, eu tive um breve espasmo mental e mantive uma pequena conversa com ele e ele favoritou meus tweets e eu ahskldgjasldafls.

Mas se eu ainda não te convenci a ir atrás de GLTAS, assista à série por causa da trilha sonora. Cara, eu fiquei realmente impressionada, porque é qualidade de cinema. Frederik Wiedmann acaba de entrar para a lista dos meus compositores queridinhos.

E saiba também que tipo uns 90% do fandom também não dava nada para GLTAS e, quando começou a assistir, foi aquela coisa de “WHOA, O QUE É ISSO? ESSE TROÇO É... BOM?!” e acabou assistindo a tudo em um só dia.


Só uma dica.

Então aproveite que a série vai voltar do hiato neste dia 29 e corra atrás dela!

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Inutilidades curiosas #1

Êêê, está aqui o primeiro post oficial da coluna!

Arrumar a cama faz mal à saúde


OBRIGADA, JESUS. Agora não preciso mais me sentir culpada por parte da bagunça do meu quarto e tenho argumentos científicos para me apoirem contra minha mãe.

Segundo estudos da Universidade de Kingston, na Inglaterra, deixar a cama desarrumada ajuda a combater os ácaros que vivem nela e se alimentam da nossa pele morta. Acredite ou não, podem existir até 1,5 milhões de ácaros vivendo felizes da vida nos seus lençóis.

E o que a desarrumação da cama tem a ver com isso? Ela ajuda a tirar a umidade de colchão e lençóis, consequentemente matando os ácaros — que “bebem” água através de glândulas que absorvem a umidade do ar.

Seu celular é mais sujo do que a privada
 



Ok, essa eu já sabia porque eu sou só um pouquinho misofóbica. Mas ainda tem muita gente que nem faz ideia de que seu celular pode ter até 10 vezes mais bactérias que causam enjoo e problemas estomacais do que um banheiro, segundo pesquisa da Universidade do Arizona, nos EUA. E pesquisadores britânicos também já descobriram que caixas eletrônicos têm tantas bactérias quanto um banheiro público, ou que teclados de computador são 5 vezes mais imundos que a média das privadas.

Bom, eu só sei que, graças aos Mythbusters, a privada é um dos lugares mais limpinhos da sua casa, na verdade. (Até a esponja que você usa para lavar a louça onde vai comer é mais suja que seu banheiro.)
Fonte

E já que estamos falando desses assuntos agradáveis tipo ácaros e bactérias, por que também não falamos sobre... MONTANHAS-RUSSAS DA MORTE?

The Euthanasia Coaster

Um passeio agradável... PARA O FUNDO DO SEU CAIXÃO

“Montanha-russa Eutanásia” é o nome (bem apropriado) da montanha-russa projetada por Julijonas Urbonas para matar seus passageiros. Urbonas, que trabalhou em um parque de diversões, afirmou que o objetivo de seu projeto era tirar vidas “com elegância e euforia”.

Os sete loops da montanha-russa põe o corpo sob tamanho estresse que o cérebro para de receber oxigênio. Isso porque a força G é tão intensa que o seu coração simplesmente não consegue mais bombear sangue para a cabeça.

E aí, tá a fim?